quinta-feira, 23 de junho de 2011

Nossa História - Jornal A Notícia - 9 anos divulgando o segmento assembleiano capixaba em meio as lutas e provações






Entramos no 9º ano levando A Notícia aos assembleianos capixabas. Ainda há muito a ser feito por esta denominação, que completou um século de existência. Aqui no Espírito Santo, o jornal A Notícia, como uma pequena sombra de Mensageiro assembleiano tornou-se pioneiro na divulgação dos trabalhos da denominação, de forma geral. Este trabalho foi iniciado sem qualquer pretensão de se comparar, superar ou contrariar o maravilhoso jornal que  Gunnar Vingren iniciou no ano de 1930. O jornal Mensageiro da Paz, órgão oficial da Convenção Geral – CGADB, está consolidado como um veículo de comunicação evangélico que desfruta de grande respeito e credibilidade entre o povo assembleiano.Sendo assim,a partir de 2003, o jornal A Notícia começou a se despontar na Grande Vitória, onde o Mensageiro não pode ou não quis entrar. Passamos a divulgar ministérios e atividades que por certo não encontraríamos no Mensageiro: As atividades da Convenção Madureira, os cantores de nossa terra, os pequenos ministérios, as realizações das igrejas locais, a atividade política capixaba, produtos e serviços de grandes empreendedores e dos irmãos mais humildes, tudo isto passou a ser conteúdo do jornal A Notícia.

Como um instrumento de concórdia, A Notícia também uniu de uma vez em uma só publicação os ministros de todas as convenções assembleianas, eram expostos lado a lado nas reportagens e anúncios de seus eventos. Nas eleições das AGOs, revelamos de forma unilateral,  e sem discriminação quem eram os candidatos aos cargos eletivos nas convenções, fato inédito em uma publicação assembleiana capixaba. Líderes das convenções, ministros convencionais e membros das igrejas manifestaram-se satisfeitos com a iniciativa e se propuseram a orar e contribuir para a continuidade do jornal, com raras exceções é claro. Alguns líderes de grande expressão nas convenções eram destacados numa edição mas se sentiam ofuscados quando outros eram notícia nas edições seguintes. Eu era secretário da CADEESO, mas no meu coração estava o desejo de divulgar o segmento como um todo. Diante disso, empolgados com a promoção moral e espiritual do povo de Deus, continuamos a orar e trabalhar, no propósito de divulgar o segmento de forma geral. Acompanhamos de perto e registramos a história da Assembleia de Deus capixaba: abertura e realizações das igrejas, história de pioneirismo pentecostal, o mandato dos líderes frente às convenções, as grandes assembleias e os postulantes aos cargos nas eleições convencionais, encontros de União Feminina e mocidade. Nas eleições seculares revelamos a nossa posição e a posição de líderes evangélicos em relação aos políticos; este talvez tenha sido um dos fatores que por muitas vezes gerou controvérsias, uma vez que a opinião do jornal nem sempre se alinhou ao desejo da Comissão para assuntos políticos da convenção e fomos convidados por muitas vezes a dar explicações sobre o nosso editorial quando emitimos opinião própria contrariando a forma como alguns líderes em nosso meio se comportam diante do rebanho principalmente no período de eleições seculares, usando a prerrogativa de presidente, busca cargos públicos para sí e para seus familiares, como se estivessem vendendo os votos dos ministros e das igrejas.

Para evitar mais controvérsias e desgastes junto ao colegiado da qual fazia parte como secretário de comunicação, solicitei desligamento da função após vários anos de serviço prestado à entidade. Confesso que me partiu o coração quando fiz o pedido, mas fiz consciente de que aquilo era apenas por um tempo, para evitar mais atritos resultados  pelas perseguições que sofrí e para poder emitir as minhas opiniões com mais liberdade sem as amarras do cargo. Este período foi muito triste em minha vida e foi o momento em que mais sentí a falta de apoio de muitos dos meus colegas de ministério. Nesta época mau pai, pastor Domingos Freire foi recolhido às mansões celestiais. Ainda com o coração partido pela dor da perda, fui ameaçado de exclusão da convenção que tanto amei, sem motivo justificável. Mais tarde solicitei por  iniciativa própria o meu desligamento da convenção CADEESO. Esta iniciativa foi justificada no ofício que enviei à Mesa, mas que foi arquivado sem ser lido em assembleia, o que me motivou a publicar o texto na página 2 da edição 36, e dar ciência aos leitores e colegas de ministério sobre a minha decisão. A publicação saiu logo após a realização da 39 AGO da CGADB, com o título "mudança de convenção", o qual, aqui transcrevo parcialmente: "Tendo em vistas as novas oportunidades de trabalho e a bem da obra do Senhor, sendo assim, quero agradecer por tudo o que fizeram por mim durante o tempo em que estive nesta convenção (16 anos, sendo que oito anos atuamos como secretário de comunicação) se por esse tempo fiz mal à Cadeeso ou a qualquer colega ministro, peço que me perdoem conforme preceitua a Palavra de Deus, para que juntos possamos entrar no céu pelas portas". Quando esta edição chegou à convenção, tomamos conhecimento que o jornal havia sido recolhido por ordem de alguns membros da Mesa e guardado numa sala para ser jogado fora. De nada isto adiantou, fomos para a fila de almoço e corredores e lá todos os convencionais presentes receberam o jornal. Aos que não estavam lá, tomamos o cuidado de enviar pelo correio e  da mesma forma receberam a publicação na comodidade de seu lar ou na sua igreja.

Desde as epístolas até aos apologistas, a história da igreja mostra que a perseguição sempre existiu contra os cristãos que ousaram escrever. Aqui no Estado, alguém ainda se lembra do humilde pastor Waldevino Tononi? Diretor e editor da Revista Boas Novas, na década de 70? (Aí está um servo de Deus que merecia ser homenageado), homem que com sua tipografia, prestou relevantes serviços à denominação, na confecção de impressos e na promoção social do nosso povo, mas sofreu represálias e teve que parar com suas revistas quando começou a expor, de forma humilde, o que pensava.
Sofrer a perseguição, como sofreram os editores das primeiras edições do nosso querido Mensageiro da Paz, valia a pena, porque ela vinha dos incrédulos, contrários à mensagem pentecostal escrita e pregada naquela época por homens como Gunnar Vingren, Samuel Nystrom, Emílio Conde e outros. Duro de aceitar é quando a contradição surge dde dentro do próprio segmento, que vem dos que se dizem seus irmãos.

Ao completar  100 anos no Brasil, a Assembleia de Deus não tem só idade, tem proporções gigantescas e poderia fazer muito mais pelo social, estaria em evidência nos meios de comunicação, teríamos mais representantes no Poder Público, batizaríamos milhares de capixabas a cada mês, tudo isto se mantivéssemos a unidade que o Senhor nos concedeu. A Assembleia de Deus tem muita coisa para comemorar, mas deve reconhecer que precisa sofrer uma profunda reforma em alguns aspectos, muita coisa precisa ser mudada. Enquanto a mudança não vem, muitos ministros optam por mudar de convenção, para evitar problemas e constrangimento. Sofrem com a conseqüência da falta de diálogo. Muitas vezes a saída é motivada por questões tão simples, que analisadas com amor cristão e sensibilidade são facilmente dirimíveis. Contudo, temos visto esta realidade; ministros ameaçados de perderem suas igrejas, envergonhados perante o rebanho ou num plenário convencional, diante do olhar penalizado dos que mesmo vendo a injustiça imperar, nada podem ou nada querem fazer, a fim de não contrariarem a liderança.

Vamos em frente. Hoje a realidade tem sido outra. Desfrutamos de paz e amizade com os líderes das convenções capixabas, com colegas ministros membros das diretorias, além de contarmos com o apoio de uma grande parcela dos assembleianos capixabas em relação ao jornal. Em fevereiro deste ano iniciamos uma nova fase com muito entusiasmo, pois sabemos que tem muita gente orando por nós e observando como Deus tem nos conduzido. Daqui a pouco mais, tudo passará, a história ficará registrada e as boas obras permanecerão. Deus é fiel, Justo e verdadeiro e saberá dar a cada um a recompensa, pelo que tem feito de bem ou mal, sobretudo, a verdadeira homenagem para os que praticaram o bem; o galardão pelas obras.
Um grande abraço e parabéns para todos nós. Aos mais idosos os meus respeitos e consideração. Aos mais novos aconselho cautela e muita oração. Agora que completamos 100 anos, se quiserem podem nos chamar de  CENTENÁRIOS. Isto é motivo de honra.
Pr. Joel N. Freire






Pastor Joel com Pr. Adeilto fazendo o programa Momento da Convenção CEMADES

Pr. Alvaro, presidente da CEMADES,  leitor e contribuinte do jornal


Ministros da AD em Carapina, com o presidente pastor Altamir numa AGO da CADEESO
Registro do enchimento das primeiras sapatas da contrução da sede da CADEESO


Pastor Samuel Câmara, com ministros numa AGO da CADEESO.


Plenário Convencional


Comissão política apresenta candidatos apoiados pela CADEESO

Pr. Ivan Bastos em AGO


Pr. Paulo Feu discursando na AGO da CADEESO 

Irmã Ritinha,  apresenta A Notícia em Linhares



Chapa Alternativa teve o pedido de registro de candidatura indeferido


Componentes da Chapa Alternativa


Políticos apoiados pela Comissão política da CADEESO.

Penário da AGO da CEMADES

Plenário da AGO da CEADER


Fraternal na CONEMAD- MADUREIRA


Líderes na sede da CADEESO, em construção

Candidata Aparecida Denadai recebendo apoio da Comissão política da CADEESO.


 Estas são algumas das fotos que farão parte do acervo que publicaremos futuramente em nosso site com legendas. O Jornal A Notícia dispõe de acervo com mais de 5 mil fotos, de eventos convencionais. para utilização de fotos pode nos ser solicitada que enviaremos, desde que sejam dados os créditos devidos. Jornal A Noticia.


Explode coração... é Centenário!



Geralmente eu sou mais racional que emotivo, um homem de poucas palavras e muito mais de ação. Eu considero que a minha fé é “pé no chão”, mas também “cabeça no céu”. E a razão de eu estar de certo modo me desnudando diante de meus leitores tem a ver com o momento especial que estou vivendo, ou seja, é fruto da apoteótica e emblemática celebração do Centenário da Assembleia de Deus em Belém e no Brasil.

Diante desses momentos extraordinários que Deus nos proporcionou, precisamos reconhecer que necessitamos da graça de Deus não somente para enfrentarmos grande lutas, mas também para celebrarmos grande conquistas. É isto que justifica o título de minha mensagem hoje.

Portanto, se Deus não segurasse o meu coração com a Sua bendita graça, este teria sucumbido e se transformado em mil pedaços, primeiramente diante das grandes lutas que enfrentamos ao longo de todo esse ano de preparação do nosso Centenário. Depois, nesses dias de festa, quando a emoção da presença bendita do Espírito Santo confirmando todo o esforço da nossa fé suplanta toda a dor e a angústia das grandes lutas.

A explosão que Deus me deu a graça de experimentar no meu oração é de glória e contentamento, é de extrema alegria e gratidão... são explosões múltiplas, mas todas benéficas, abençoadas e abençoadoras.

Quando um jornalista me perguntou sobre a impressão que tive do primeiro dia da festa do Centenário, eu respondi que a impressão firmada no meu espírito é que o povo assembleiano tem se mostrado grande diante dos imensos desafios, pois é um povo forte e unido, gente que está com muita sede de oportunidade de comunhão, independente da organização e da tendência ministerial. A Assembleia de Deus é uma igreja unida, fervorosa e abençoada.

Inaugurar em um mesmo dia o Museus Histórico, a Avenida Centenário e o Centro de Convenções foi uma emoção sem tamanho, difícil de descrever.

Ora, tudo quanto nós não conseguimos em 100 anos, estava bem ali na nossa frente, era nosso, conquistas da nossa geração. Eu desatei a chorar em todos os três momentos, com o Pr. Firmino Gouveia ao meu lado, que também não parava de chorar.

O Museu Histórico, aquilo para mim foi uma realização extraordinária. As pessoas precisam ir lá para ver o que eu vi e sentir o que eu senti. A multidão presente no trajeto da Avenida Centenário, o ânimo da Igreja por onde passávamos, aplaudindo e louvando ao Senhor Jesus, como era comovente! Ao chegar ao Centro de Convenções e contemplar aquele mar de gente, eu disse: “Meu Deus, eu posso dizer como Simeão: Oh, Deus, o Senhor já poderia me levar, pois os meus olhos viram o Teu milagre em um ano nesta festa do Centenário”.

É um milagre, mas é também a prova de que com a união, o amor, a fé e o sacrifício, nada pode nos superar.

Uma outra impressão que destaco aqui é a do acolhimento de toda a sociedade, pois Deus nos deu graça diante de todo o povo da querida cidade de Belém do Pará. Há decerto um novo momento de relacionamento com toda a sociedade. A sociedade nos acolhe e, em contrapartida, nós afirmamos nossa utilidade em serviço abnegado à sociedade, de modo que esta se orgulhe em saber que a Assembleia de Deus é um patrimônio histórico e cultural de nossa cidade, abençoando também o Brasil e o mundo.

Louvo a Deus pela presença das nossas autoridades públicas hipotecando o seu apoio a esta causa. Muito nos alegrou também a presença maciça da imprensa e a cobertura fantástica que tem feito da nossa celebração, inclusive com matéria jornalística em telejornal de abrangência nacional.

Foi uma enorme surpresa para mim a presença do imenso público que compareceu às várias programações, especialmente em dias normais de trabalho. O Mangueirão ficou completamente lotado (e uma multidão sem poder entrar), como talvez em nenhuma outra ocasião, inclusive com ocupação de seu gramado.

Este momento representa a caminhada de uma nova geração, que tem culminado com uma renovação interna da Assembleia de Deus. Isto é o sopro de Deus, é fruto da renovação do Espírito.

A Geração do Centenário tem a responsabilidade de ser a mais simples e a mais prática possível, tanto no que diz como no seu exemplo de vida. Por isso, a síntese de sua mensagem é esta: Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e o será para sempre!

Sinto uma grande emoção e louvo ao meu Deus pelo privilégio de viver este momento. Hoje a Assembleia de Deus em Belém completa 100 anos de vitórias! Explode coração... é Centenário!

Samuel Câmara

Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe

Bons frutos das comemorações do centenário: Paz entre lideranças da Assembleia de Deus - CGADB credencia Convenção da Igreja Mãe em Belém

 

Pr. José Wellington e Pr. Samuel Câmara
Quando noticiamos por aqui o comparecimento do Pr. Samuel Câmara na festa da CGADB realizada em Belém, e mais tarde a presença da Mesa Diretora da Convenção Geral na festa da Igreja Mãe, alguns classificaram como hipocrisia, poses para holofotes ou coisas do gênero.

Em que pese, sabermos perfeitamente que a política eclesiástica não terminou, creio que é necessário agradecermos a Deus esse gesto, ou seja, mais do que um gesto, uma atitude.

O conhecimento sobre o credenciamento da CIMADB - Convenção da Igreja-Mãe das Assembleias de Deus no Brasil, por parte da CGADB, conforme acordo firmado no fórum de Belém-Pa. (abaixo facsimile do acordo), alegra o nosso coração. A nação assembleiana merecia isso, uma ação mínima, um gesto, uma atitude.

Convenção é convenção, política eclesiástica sempre existiu e sempre existirá, mas a Igreja está acima de tudo isso, não pode ficar refém dos nossos interesses.

Como a atitude foi tomada de ambas as partes, nos dá um alívio imediato até para comentar. Glórias ao Senhor. É isso que pregamos e ensinamos ao povo, confissão, arrependimento, perdão. Não sei dos detalhes, mas a atitude de ambas as partes mostra que nem tudo está perdido.

Parabéns ao Pr.Samuel Câmara pela iniciativa de participar da festa da CGADB em Belém, e ao pastor José Wellington Bezerra da Costa e à Mesa Diretora pela sensibilidade de brindar a denominação com esse gesto e atitude no ponto alto da festa.

Se as ações preliminares nos entristeceram e macularam a festa do centenário, as últimas mostram que ainda há esperança e surge uma "luz no fim do túnel".

Parabéns às Assembleias de Deus em todo o Brasil.
Postado no blog Point Rhema - Pr. Carlos Roberto



Acordo CGADB x CIMADB - Pg 01
Acordo CGADB x CIMADB - Pg 02

terça-feira, 21 de junho de 2011

Culto de encerramento reúne 20 mil evangélicos



Cerca de 20 mil evangélicos participaram do culto de encerramento das comemorações dos 100 anos da Assembleia de Deus, realizado no Centro de Convenções “Centenário da Assembleia de Deus”, na Augusto Montenegro. O culto foi comandado pelo pastor Samuel Câmara, presidente da Assembleia em Belém, e teve a participação do Grupo Celebrai e das cantoras Alessandra Prado e Mary Monteiro, entre outras atrações.



Samuel Câmara avaliou como o momento mais marcante das comemorações as celebrações no Estádio Mangueirão, no sábado (18), dia da fundação da igreja, lembrando que às 15h o estádio teve que ser fechado por causa da lotação. “Deus escolheu esse tempo para sacudir, despertar a Igreja para a Igreja avançar”, avaliou o pastor.

Em meio ao culto, ele lançou uma campanha para modernizar a TV Boas Novas que transmitiu ao vivo toda a programação do Centenário para 22 capitais e 90 cidades do país. Samuel Câmara disse que “é um desafio para o povo evangélico usar a tecnologia da TV como instrumento de evangelização para servir Jesus melhor e dar aos jovens uma opção de fé e responsabilidade moral e religiosa”.

HONRA
Para o encarregado de obras, Elvis Oliveira, 41, a festa do Centenário “foi uma benção que marca o Pará”. Ivaneide Araújo Almeida, 31, mulher dele, disse que foi “uma honra muito grande para os paraenses. Foi maravilhoso”.

O pastor Moisés Vicente da Silva, 54, que veio de Marabá especialmente para a festa, disse que o evento “de alguma maneira traz uma esperança maior”. O pastor Sérgio Vieira, 35, veio de Minas Gerais. Segundo ele, “foi a maior e melhor apresentação que vi até hoje e vai ficar na minha lembrança e na lembrança de todos os evangélicos para sempre”.

CUSTOS

O Centenário da Assembleia de Deus custou cerca de R$ 25 milhões, incluindo a construção do Centro de Convenções que tem 13 mil metros quadrados. A programação teve início na última quinta-feira (16), com a inauguração dos três símbolos que marcaram o evento: o Museu da Assembleia de Deus, na rua João Diogo; a avenida Centenário (antiga Dalcídio Jurandir); e a inauguração do Centro de Convenções.

Durante os cinco dias da programação, houve cultos e louvores no Estádio Baenão e no Mangueirão, sempre com lotação completa. Foi feita ainda uma representação da chegada dos suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, que fundaram a Assembleia no dia 18 de junho de 1911, em Belém. Anteontem, foi realizado o batismo de duas mil pessoas que se converteram à Assembleia de Deus. A ação foi realizada na Praia Grande, em Outeiro.

A Assembleia de Deus está presente em 176 países. Somente no Pará existem 4.500 templos. (Diário do Pará)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Convenção da Igreja-mãe foi reconhecida.

Por ocasião da realização das festas do centenário em Belém-PA, a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil – CGADB reconheceu e filiou a CIMADEB – Convenção da Igreja-mãe das Assembleias de Deus no Brasil.

Pastor Samuel Câmara recebe das mãos do presidente da CGADB homenagem na festa do Centenário.


Parabenizamos ao pastor Samuel Câmara pela sua atitude de transpor as divergências ministeriais e comparecer à festa realizada pela CGADB. Parabenizamos também o pastor José Wellington Bezerra da Costa, por ter reconhecido e participado com a Mesa diretora da festa do centenário promovida pela Igreja-mãe em Belém do Pará. A festa foi tão impactante que a mesa diretora da CGADB reuniu-se e propôs a reconhecer a CIMADEB. Parabenizamos ainda, toda a diretoria da CONAMAD - Madureira, na pessoa do bispo
Manoel Ferreira pela presença marcada e oferta enviada, atitude própria de quem tem visão voltada para o Reino de Deus.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

JORNAL NACIONAL, DA REDE GLOBO DESTACOU A FESTA DE BELÉM


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Senadores destacam papel social das igrejas Assembleia de Deus




Ao homenagear nesta segunda-feira (13) o centenário das igrejas evangélicas Assembleia de Deus, comemorado em 18 de junho, os senadores destacaram o papel social que a instituição desempenha na sociedade. Para o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), que, com Magno Malta (PR-ES), requereu a homenagem, a igreja é um local em que as pessoas recebem solidariedade e fortalecimento para enfrentar as dificuldades.
- É ali, em cada uma delas, que, nos momentos mais duros de solidão e tristeza, nosso povo, sobretudo os mais humildes, encontra alento, paz, na comunhão com os irmãos - disse o senador Crivella.
O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) destacou que a instituição, além do conforto espiritual às pessoas, oferece serviços sociais e culturais. Como exemplo, ele destacou o trabalho de reabilitação de ex-presidiários realizado pela Assembleia de Deus, que, conforme destacou, torna as igrejas verdadeiros centros de assistência social.
Mesmo as pessoas que não concordam totalmente com o credo, observou o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), devem reconhecer seu papel evangelizador. Segundo o senador, a igreja protege e oferece ascensão espiritual, social e econômica às pessoas.
- Eu considero que o processo de evangelização que houve no Brasil, e a Assembleia de Deus aí dentro, funciona hoje como uma espécie de rede de proteção e escada de ascensão. Uma rede de proteção para todos aqueles que, no Brasil, hoje, vivem como se estivessem caminhando numa corda bamba e encontram nas igrejas uma rede que lhes protegem. E aqueles que já caíram recebem das igrejas uma forma de encontrar o rumo, o caminho e ascenderem outra vez a um papel social - disse o senador.
O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), como católico, fez questão de homenagear a Assembleia de Deus, afirmando que "todas as religiões levam ao mesmo Deus". Ele defendeu um trabalho conjunto das diferentes igrejas para melhorar as condições de vida das pessoas.
Para o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), os governos precisam realizar parcerias com as igrejas. No Brasil, destacou, as diferentes religiões convivem de forma harmônica, o que poderá contribuir para um trabalho conjunto.
- Não podemos prescindir de uma aliança estratégica com as igrejas e, especialmente, neste momento, com as Assembleias de Deus, para que possamos atingir estes objetivos: construir uma sociedade mais justa, mais solidária e mais generosa - disse Rollemberg.
O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, participou da homenagem. Não puderam comparecer ao evento, mas enviaram cumprimentos à Assembleia de Deus a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que subscreveu o requerimento para a homenagem quando ainda era senadora, e os senadores Eduardo Braga (PMDB-AM), Gim Argello (PTB-DF), Demóstenes Torres (DEM-GO) e Magno Malta. Um coral de membros da Assembleia de Deus encerrou a homenagem.
Iara Farias Borges / Agência Senado

Veja nos links abaixo, em partes,  o discurso do pastor Samuel Câmara.
 Parte 1

 Parte 2

 Parte 3

 Parte 4


sábado, 11 de junho de 2011

O Culto de comemoração do Centenário das ADs no Brasil promovido pela CGADB

Aconteceu na quinta-feira (9), no Centro de Convenções e Feiras da Amazônia - Hangar, em Belém (Pará), o culto de abertura das Comemorações do Centenário das Assembleias de Deus no Brasil.








No início do culto, o diretor-executivo da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) fez a apresentação de todos os pastores e autoridades presentes ao evento, dentre elas, o governador do Estado do Pará, Simão Jatene; o prefeito da cidade de Belém, Dulciomar da Costa; e os deputados federais Ronaldo Fonseca e Zequinha Marinho. Em seguida, o pastor José Antônio dos Santos, 5º vice-presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus, fez a oração inicial.
Na sequência, houve a cerimônia de entrada das bandeiras de países e órgãos que fizeram a história da AD. A primeira bandeira foi a do Estado de Israel, a nação escolhida; em seguida, a bandeira da Suécia, de onde partiram os missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren. Depois, a entrada das bandeiras dos Estados Unidos; do Estado do Pará e da Convenção do Pará; as bandeiras da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB) e da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD); a bandeira do Centenário; e a Bandeira Nacional. Em seguida, todos entoaram o Hino Nacional Brasileiro.
Um dos momentos mais emocionantes da noite foi a entrada da Bíblia Sagrada que pertenceu ao missionário Gunnar Vingren. Durante essa parte, os participantes puderam acompanhar e ouvir uma gravação do missionário Daniel Berg entoando o hino Uma Flor Gloriosa, de número 196, da Harpa Cristã.
Ronaldo Rodrigues de Souza convidou o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) para fazer a abertura oficial do evento. Após a palavra do pastor presidente e da oração, os presentes foram convidados a entoar os hinos Saudai Jesus (42) e Poder Pentecostal (24), da Harpa Cristã, acompanhados pela orquestra local e regidos pelo maestro Jessé Sadoc, filho do pastor Francisco Pereira do Nascimento, um dos pioneiros da AD no Pará.
A leitura oficial da Palavra de Deus foi feita pelo pastor José Wellington Costa Júnior, presidente do Conselho Administrativo da CPAD, no livro de Atos dos Apóstolos 2. 1.21. Pastor Gilberto Marques, presidente da Convenção do estado do Pará, deu uma palavra de saudação a todos os presentes. O governador do Estado do Pará, Simão Jatene; o prefeito de Belém, Dulciomar da Costa; e o deputado federal, Zequinha Marinho, também falaram da alegria em participar das comemorações do Centenário das ADs no Brasil . O evento teve ainda a participação dos cantores da Patmos Music, Victorino Silva e Lília Paz; e Joe Vasconcelos, dos Estados Unidos.
O preletor da noite foi o pastor José Wellington Bezerra da Costa. Na saudação aos presentes, pastor José Wellington fez menção do Salmo 126.6. Na leitura da Palavra, o líder convidou a todos para compartilhar o texto de 2 Reis 5.2-6 e falou sobre a história de lutas e vitórias das ADs no Brasil iniciada pelos missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren; da importância da comemoração e das expectativas e objetivos da AD pós-centenário.   (Fonte: Comunhão/add rep.)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

JORNAL A NOTICIA - EDIÇÃO 56 - TEXTOS NA ÍNTEGRA -

Por falta de espaço nas páginas da edição impressa do jornal A Noticia Cristã, deixamos de publicar alguns textos na íntegra para abrir os espaços publicitários dos nossos anunciantes e patrocinadores, afinal, são estes os que garantem o pagamento da fatura do jornal, quando a edição impressa está disponível na gráfica. Agradecemos aos nossos colaboradores mais antigos, como o pastor Manoel Conceição, o Pastor M. Douglas Jr. (IBADEP, O pastor Jayjairo, o pastor Isack Samora e tantos outros, além dos novos, que estão chegando com seus anúncios. Não deixe de ler os textos na íntegra. Como pastor, emitimos nossa opinião, sem que as críticas sejam desabafos ou alguma retaliação pessoal, falamos com independência, mas com muito amor e respeito por aqueles que aqui citamos. Podemos emitir nossa opinião como ministro porque estamos inseridos no contexto da denominação. Como jornalista, temos liberdade para registrar o que pensamos, condição esta garantida pela Constituição Federal e pela liberdade de imprensa, mas não deixamos garantir o direito de resposta para qualquer que se sentir ofendido ou citado. Que Deus nos abençoe nesse projeto de divulgar nossa denominação como ela é. Abraços. Paz do Senhor. Pr. Joel
NA CELEBRAÇÃO DOS CEM ANOS, AINDA NOS FALTA UNIDADE
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Chegou o grande momento de divulgarmos a celebração do Centenário, e com muito prazer o fazemos nesta edição histórica. Reconhecemos que esse é um grande privilégio para a nossa geração. Ao completar 100 anos de existência, as Assembleias de Deus mostram o quanto cresceram através de sua forma descentralizada e da simplicidade de obreiros leigos. Porém, no auge da celebração está faltando mais união, falta unidade entre os assembleianos, principalmente entre os nossos líderes. Todos almejavam ver unido na comemoração a CGADB, a Igreja-Mãe e a CONAMAD, mas a maior parte dos assembleianos é unânime nesta opinião: “... ambos caminharam em direções opostas, cada uma estabelecendo os próprios caminhos; A CGADB, preocupada em manter a coordenação dos eventos sob o seu controle, o pastor Samuel Câmara, da AD em Belém que por outro lado, disse que a única igreja no Brasil a comemorar 100 anos era a Igreja-Mãe. Enquanto isso, a CONAMAD aguardava as decisões na arquibancada... Diante disso, pelo andar da carruagem, o que teremos é uma comemoração fragmentada, multifacetada e sem nenhuma alegria para a maioria de nossos irmãos assembleianos em virtude do momento crítico que estamos vivendo” Foi o que disse o pastor Geremias do Couto em seu artigo “Centenário da AD no Brasil, celebração sombria” (http://geremiasdocouto.blogspot.com) Por todos estes anos temos procurado de forma imparcial promover moral e socialmente a nossa denominação através das páginas do Jornal A Notícia. Além de escrever este jornal há mais de oito anos, sou pastor de uma igreja AD que há 20 anos se estabeleceu no pequeno bairro de São Conrado – Cariacica/ES, onde cinco igrejas Assembleia, sendo duas de uma mesma convenção (CONFRATERES) foram abertas recentemente no bairro, sem nos consultar ou procurar manter comunhão conosco. Isto é um absurdo. Um escândalo para os moradores católicos e os de outras denominação pois a igreja católica do nosso bairro está lá há mais de vinte anos e continua sendo um só templo,ligado à mesma arquidiocese. Deixo registrado meu descontentamento e tristeza com a fragmentação desta obra tão bela. As igrejas sofrem com o efeito cascata, reflexo do que acontece entre a liderança maior, porque lá em cima está a divisão. São duas celebrações, dois convites enviados ao povo de Deus, duas festas paralelas. Se Daniel Berg e Gunnar Vingren pudessem voltar ao Brasil hoje, ficariam satisfeitos em notar o tamanho desta obra, como esta igreja cresceu. Logo em seguida o sentimento de orgulho poderia se transformar em desgosto, diante de tanta separação e disputa. Diante disso, resta-nos orar e apenas observar as comemorações do centenário e divulgar o lado bom dos fatos. Tomar que tanto a Igreja-mãe quanto a CGADB consigam atingir os objetivos propostos como batismo de 100 mil almas, novos templos, a volta da centésima ovelha, etc. Tomara o jornal oficial da CPAD, Mensageiro da Paz, do mes de Julho tenham suas páginas tomadas por bençãos alcançadas tanto pelo evento da Convenção Geral em todo o Brasil como também da grande celebração promovida pela Igreja mãe. Como diretor do jornal, não vou me posicionar ao lado de A ou de B, nesta questão que envolve lideranças de grande expressão,mas como ministro assembleiano ligado à CGADB, posso afirmar que estou envergonhado com esta disputa pela realização da celebração. Penso que a Convenção Geral deveria se manter fiel aos objetivos para a qual ela foi criada em 1930; reunir todas as assembleias de Deus em torno de um objetivo comum promover a manutenção e ampliação da fé e dos fiéis, cuidar dos pastores e zelar pela união entre as igrejas criadas. Deveria dar o exemplo e estabelecer padrões ou critérios para que outras AD não viessem abrir igrejas onde já tem trabalhos estabelecidos. Este sim é um problema que a Convenção Geral deveria se preocupar. Nestes vinte e dois anos de ministério nunca ví tanta desunião entre líderes. Estão pisando no Salmo 133 " oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união". Pela grandiosidade desta obra iniciada com tanta dedicação por abnegados homens de Deus como Daniel Berg e Gunnar Vingren, a Assembleia de Deus poderia aproveitar o grande momento e fazer algo de grande expressão, uma celebração exclusiva para a exaltação e Glória do Reino de Deus, com objetivos maiores, além dos interesses políticos, pessoais e ambiciosos. No mais, amados irmãos, para que tanta disputa por poder? Por mais influente que alguém seja, ninguém desta geração estará mais aqui quando a denominação completar 200 anos, se Jesus não tiver vindo até lá. Com as atitudes que tomamos hoje, estamos escrevendo historia para as próximas gerações. Não vamos desistir de lutar por uma igreja fiel, poderosa, sadia, transparente e respeitada. Levantemos nossa bandeira e vamos em frente com os ideais dos nossos pais na fé. Que Deus os nossos líderes tenham a visão de mudanças para melhor em relação aos planos para o futuro da denominação. A obra que Deus quer realizar neste país está acima das nossas vaidades e interesses, está acima do rótulo da religião, do título denominacional ou convencional. Esperamos que passada a emoção e o calor das disputas da comemoração do centenário, haja tempo e espaço no pensamento dos nossos líderes para retornar ao antigo desejo missionário. "Uma coisa disse Deus, duas vezes a ouvi: que o poder pertence a Deus." (Salmos 62:11) Pr. Joel N. Freire Reg. CGADB 16.832 ---------------------------------------------------- Convite da Igreja-mãe
Convite da CGADB

A NOTÍCIA - Saiu a edição 56

A Partir de quinta feira, dia 9/6, já estará disponivel nas livrarias, igrejas parceiras e nas repartições públicas a edição de junho do Jornal A notícia. Desde já, começamos a trabalhar na edição de Julho que será distribuida nas Assembleias geral das Convenções. Não fique de fora. Anuncie conosco e seja visto no segmento das Assembleias de Deus do Espírito Santo.
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